O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), não hesita em declarar que sua intenção é continuar apenas trabalhando pelo Estado, que não está nem um “pouco preocupado” com as configurações partidárias para as eleições do próximo ano. O socialista espera que a população possa analisar os projetos que venham a ser apresentados e não somente os nomes dos candidatos que possam vim a ocupar seu cargo no executivo paraibano.

Sobre o surgimento de nomes da oposição que querem participar do pleito e de quem será seu candidato, Ricardo afirma que “essa é a discussão nós vamos ter, quem vai representar isso não é mais importante do que a constatação dessa caminhada do que o projeto. Mas, sinceramente, eu estou pouco preocupado com essa questão”.

Ricardo também ressaltou sua expectativa nessa disputa. “No momento exato vamos ter um debate, eu espero, luto e torço para que seja um debate sobre essas ideias. É olhar para Paraíba, é sair daqui para Cajazeiras e olhar para um lado e para o outro e perceber que não tem mais nenhuma estrada de barro. Isso significa desenvolvimento, significa incremento na economia; é olhar para os governos passados que fizeram 100 km de adutoras e a Paraíba faz 1.127 km, eu estou falando em 10 vezes mais. Eu quero é que esse debate comece, esse é o debate que o povo tem que fazer: o que era o que é e o que pode ser. E quem pode representar a continuidade da melhoria dentro do nosso Estado”.

O socialista explica ainda que para ele pouco importa quem serão os candidatos o que ele espera que sejam discutidos melhorias e mais desenvolvimento para a Paraíba. “eu não vejo nada em relação aos partidos, se vai lançar, se deixa de lançar, eu não tenho absolutamente nenhuma opinião a professar sobre isso, respeito todos os partidos. A grande discussão, sinceramente, não vai ser fulano contra sicrano, a discussão de 2018 vai ser projeto, ou seja, o conjunto de ideias e de ações”.

Para o governador a disputa “vai ser passado versus presente. A população vai olhar para esse Estado e vai fazer uma análise do ponto de vista dela, se a Paraíba está melhor ou está pior, se o ritmo da melhoria da Paraíba é àquele ritmo que ela quer ou se ela pretende voltar uma época, que… enfim, que todo mundo sabe como era”.

Catolé em Foco

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